segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Riftes continentais

       Processo que permite compensar a destruição da litosfera que ocorre nas zonas de subducção. Ocorre um estiramento da crusta continental, esta fragmenta-se em porções separadas por falhas normais (o tecto desce em relação ao muro), verificando-se o abatimento dos blocos correspondentes.
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Arcos-insulares

      Conjunto de alinhamentos de ilhas vulcânicas que se encontram associadas a uma fossa submarina paralela ao alinhamento das ilhas, onde ocorrem fenómenos sismicos e vulcânicos.

Dorsais oceânicas

         As dorsais oceânicas são dos relevos mais interessantes dos fundos oceânicos. O topo destas esruturas é percorrido po ma fossa de afundimento contínua (rifte-onde ocorre a suida de material mantélico). Ao nível da dorsal ocorre um afastamento progressivo da litosfera oceânica (cerca de 1 a 20cm/ano).Este fenómeno denominado acreção oceânica prmite a formação de nova litosfera oceânica.

Movimentos horizontais da litosfera

        Os movimentos horizontais da litosfera causa a formaçao de grndes estruturas geológicas como:
        - as dorsais oceânicas
        - os arcos insulares intra-oceânicos
        - os riftes continentais
        - as bacias sedimentares
        - as cadeias montanhosas

Movimentos verticais da litosfera - Equilíbrio isostático

A primeira chave para explicar esses movimentos verticais surgiu em 1735, quando Pierre Bouguer, o líder da expedição de estudos de gravimetria dos Andes, verificou que um peso de chumbo não sofria o desvio esperado considerando a atração da massa da cadeia montanhosa. Esse mesmo fenómeno foi observado em outras cadeias de montanhas, verificando-se em alguns lugares que o peso de chumbo era defletido na direção oposta a das cadeias de montanhas. A explicação para essas “anomalias gravitacionais” seria explicado mais de um século depois pela Teoria da Isostasia.

http://www.ufrgs.br/geociencias/cporcher/Atividades%20Didaticas_arquivos/Geo02001/Isostasia.htm
Data: 06 - 12 - 2010

Paleomagnetismo e expansao dos fundos oceânicos

A Terra, tal como a maior parte dos planetas do sistema solar, possui um campo magnético natural. Este campo magnético é responsável pela orientação da agulha magnetizada de uma bússola. O campo magnético terrestre pode ser comparado a um dipolo geocêntrico, estando as linhas de força originadas por este campo magnético distribuídas no espaço como se um íman estivesse situado no centro da Terra, cujo Pólo Sul estaria localizado no hemisfério norte.
As linhas de força originadas pela acção de um campo magnético podem ser observadas quando se coloca limalha de ferro sobre uma cartolina que esteja sobre um íman. Quando deslocamos a cartolina com a limalha de ferro sobre o íman, verificamos que cada partícula constituinte da limalha de ferro se orienta segundo as linhas de força do campo magnético actuante.




   Durante várias décadas foram aceites várias teorias explicativas da dinâmica da Terra. O neptunismo defendia que a superficie da Terra resultou de um recuo gradual das aguas, os defensores do catastrofismo acreditam que o nosso planeta foi sujeito a grandes catástrofes, como inundações, vulcanismo...mais tarde surge o uniformitarismo, em que "o passado é a chave do presente", os fenómenos que ocorrem actualmente são idênticos aos que ocorreram anteriormente, e ainda o permanentismo, o seu impulsionador acreditava que os continentes e os oceanos permaneciam inalterados desde a sua formação.